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Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde recebe inscrições até 4 de abril

A sexta edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, idealizado pela Roche em parceira com a Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI), está com as inscrições abertas até o dia 04 de abril. Serão premiadas reportagens originais em espanhol ou português nas categorias Rádio e Internet, veiculadas durante o ano de 2017.

 

A sexta edição reconhecerá a excelência da cobertura jornalística em temas de saúde na América Latina nas categorias Rádio e Internet

 

A sexta edição do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, idealizado pela Roche em parceira com a Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano (FNPI), está com as inscrições abertas até o dia 04 de abril. Serão premiadas reportagens originais em espanhol ou português nas categorias Rádio e Internet, veiculadas durante o ano de 2017.

 

O Prêmio já recebeu, em suas edições anteriores, cerca de 1.500 trabalhos e tem o objetivo de reconhecer a excelência e estimular a cobertura jornalística de qualidade relacionada à saúde na América Latina. As inscrições devem ser realizadas pelo site www.premiorochedejornalismo.com. Os trabalhos jornalísticos precisam ter enfoque em, ao menos, um desses temas:

  • Inovação nos cuidados da saúde;
  • Biotecnologia em saúde;
  • Acesso a cuidados de saúde;
  • Investigação e desenvolvimento nos temas de saúde;
  • Regulamentação e políticas públicas de saúde;
  • Oncologia.

Os vencedores serão anunciados durante o Roche Press Day, fórum educativo de jornalismo científico e de saúde, organizado todos os anos pela Roche. Em 2018, o evento acontece em julho, na cidade de Cali, Colômbia. “É um orgulho para nós poder encorajar iniciativas como esta, que promovem não apenas o conhecimento sobre a área, mas também discussões sobre temas em saúde que têm impacto na nossa região e na vida das pessoas”, afirma Michelle Medeiros, diretora regional de Comunicação Corporativa da Roche América Latina.

 

Os ganhadores do Prêmio poderão escolher entre uma bolsa, com todos os custos pagos, para assistir a um workshop internacional da FNPI ou participar do Festival Gabo em Medellín, na Colômbia.

 

Além disso, haverá uma novidade nesta edição. “Pela primeira vez neste ano daremos uma menção honrosa à excelência jornalística para trabalhos relacionados com o acesso a cuidados de saúde, que é um tema crucial para a América Latina. Com isso, reconhecemos o papel dos jornalistas na difusão de uma informação de qualidade e que contribua para um panorama melhor em saúde”, conta Michelle.

 

Segundo Ricardo Cure, diretor-executivo da FNPI, “a sexta edição do Prêmio se concentra pela terceira vez no rádio e na internet, duas plataformas importantes na região.” Cure acrescenta ainda que o rádio segue sendo uma mídia importante nos nossos países e que o acesso à internet vem crescendo de maneira sustentável. “Essa é uma oportunidade para que os jornalistas focados em saúde possam compartilhar o conteúdo relevante, e de qualidade, que produzem na região”, diz.

 

Edições anteriores

As cinco primeiras edições do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde, entre 2013 e 2017, receberam 1.445 inscrições de trabalhos de 19 países da América Latina. Na edição de 2017, foram premiados trabalhos de TV e Impresso. As jornalistas Paz Montenegro y Magaly Messenet foram as vencedoras na categoria TV, com o trabalho “Alzheimer: música para recordar” publicado no Canal 13, do Chile. Na categoria Impresso, o brasileiro Vinícius Sassine, do jornal O Globo, foi premiado pela reportagem “Recusas da FAB impedem transplantes de 153 órgãos”.

 

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada - estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível.

É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes. Fundada em 1896, a Roche busca constantemente meios mais eficazes para prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo de modo sustentável para a sociedade. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos. Vinte e oito medicamentos desenvolvidos pela Roche fazem parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos que podem salvar vidas, antimaláricos e terapias contra o câncer. Pelo oitavo ano consecutivo, a Roche foi reconhecida como a empresa mais sustentável do grupo Indústria Farmacêutica, Biotecnologia e Ciências da Vida pelos Índices Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI).

Com sede em Basileia, na Suíça, o Grupo Roche atua em mais de 100 países e, em 2016, empregou mais de 94.000 pessoas em todo o mundo. No mesmo ano, a Roche investiu 9,9 bilhões de francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e suas vendas alcançaram 50,6 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é um membro integral do Grupo Roche. A Roche é acionista majoritária da Chugai Pharmaceutical, no Japão. Para mais informações, visite www.roche.com.br.

 

Sobre a FNPI

Os programas jornalísticos da FNPI (Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-americano) têm como objetivo formar, incentivar e conectar jornalistas, meios de comunicação e empreendimentos jornalísticos em espanhol e português. Com isso, a fundação busca promover a excelência, a inovação e a ética do jornalismo, para que este contribua para o avanço em direção a sociedades melhor informadas, nas quais a cidadania seja exercida plenamente. A FNPI foi criada em Cartagena, Colômbia, em 1994, e começou a funcionar no ano seguinte como produto da preocupação de Gabriel García Márquez – que iniciou sua carreira de escritor como repórter – em estimular as vocações, a ética e a boa narração no jornalismo ibero-americano.

Até meados de 2017 a FNPI havia organizado 1.096 atividades que impactaram 93 mil jornalistas dos meios de comunicação mais importantes de todos os países de língua espanhola e portuguesa da Ibero-américa.

Para mais informações, visite www.fnpi.org.