Por dentro da Roche

Corrida leva à superação de limites

Quem supera faz história, assim como Tamyrez, estudante de farmácia que foi diagnosticada com uma doença grave. Conheça a história dela.

 

Tamyrez Ayres Marques Domingues tem 29 anos, é casada, trabalha e faz faculdade de Farmácia. Em 2012, recebeu uma notícia que mudou a sua vida: o diagnóstico de fibrose cística - uma doença genética progressiva e incurável, que pode causar infecções pulmonares persistentes, impactando na capacidade respiratória ao longo do tempo, entre outros sintomas.

 

Superando o choque inicial do diagnóstico

 “Desde pequena eu praticava esportes. Na adolescência, jogava basquete. Depois que parei, passei a ter pneumonias repetidas, uma atrás da outra. Fui a médicos, sem resposta. Eu estava sempre doente e não entendia o que estava acontecendo. Então, na faculdade, quando eu estava estudando o transporte de substâncias através da membrana celular, havia no livro a descrição da fibrose cística e os sintomas. E de todos os que estavam relacionados, eu tinha a maior parte.

Mas, era um livro antigo e, dentre as informações, citava que a expectativa de vida dos pacientes era em torno de 30 anos. Como eu tinha 23 na época, fiquei desesperada. Fui buscar onde havia tratamento para a fibrose cística e descobri o Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Lá, fui encaminhada para um pneumologista para exames complementares. Quando, finalmente, recebi o diagnóstico de fibrose cística, apesar do choque inicial pela confirmação da minha suspeita, foi muito importante descobrir o que eu tinha de fato.

E, ao mesmo tempo, foi muito triste contar a notícia aos meus pais. Mas, com as explicações do médico, tudo ficou mais fácil. Principalmente porque eu também descobri que não viveria apenas até os 30 anos!

 

Esporte ajudou Tamyrez a superar a fibrose cística

"Quando soube que tinha fibrose cística voltei a fazer exercício físico. Optei pela corrida, porque é o que mais se encaixa na minha rotina. Hoje, pratico três vezes por semana e, às vezes, faço algumas provas nos finais de semana.

Dá mais ânimo praticar esportes junto de alguém. Meu marido começou a correr junto comigo e meu pai, que já corria antes disso, também se junta a nós. A família toda entrou na onda. Ficar sem atividade física, na época de provas na faculdade por exemplo, faz enorme diferença no meu tratamento. Com medicação e exercícios, consigo superar os problemas que a doença pode causar".

 

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Referências