Por dentro da Roche

Dia do Doador Voluntário de Sangue

Apesar da recomendação da Organização Mundial da Saúde de que de 3% a 5% da população de um país seja doadora de sangue, no Brasil, este número chega apenas a 1,8%

Seja para um tratamento especializado ou um atendimento de risco como hemorragias graves, transplantes ou cirurgias, a doação de sangue é um fator importante para transformar a vida de milhares de pessoas. Garantir a segurança neste processo é fundamental e faz parte do compromisso da Roche Diagnóstica, que oferece tecnologias de ponta para promover agilidade e precisão no tratamento do sangue pós doação.

Apesar de ser um ato simples, rápido e seguro, apenas 1,8% dos brasileiros são doadores, tornando a atuação dos hemocentros desafiadora devido ao baixo estoque para abastecer hospitais de todo o Brasil. O que poucas pessoas sabem é que com apenas uma doação é possível salvar até quatro vidas. Para se ter uma ideia, para uma cirurgia de transplante de órgão é preciso cerca de 50 bolsas de sangue. E mesmo após a cirurgia é comum que o paciente ainda necessite de transfusões para garantir sua melhora.

"Não há ainda um substituto para o sangue e em diversos tratamentos e atendimentos é ele que vai fazer a diferença”, enfatiza Ari Silva, gerente de vendas da Roche Diagnóstica. Ari se tornou doador voluntário e regular, após um pedido de um colega da faculdade que precisou realizar uma cirurgia.

O gerente costuma realizar quatro doações por ano e mensalmente realiza um procedimento chamado "aférese de plaquetas". As plaquetas, junto aos fatores de coagulação, são  fundamentais para conter sangramentos e são  necessárias em atendimentos emergenciais e no tratamento de doenças crônicas, principalmente doenças onco-hematológicas. 

Transformando vidas

Leonardo Avelar e Paula Voltarelli não tinham consciência do quão importante é ser um doador e do impacto que isso teria em sua vida. Eles ainda comemoravam a chegada de sua terceira filha, a Mel, quando foram surpreendidos com o diagnóstico de meningite viral poucos dias após seu nascimento.

A doença evoluiu para uma miocardite fulminante, fazendo com que fosse necessário um procedimento raro para pra mante-la viva. “A transfusão de sangue foi fundamental para a sua melhora e por um período de aproximadamente 10 dias em que esteve em circulação extracorpórea, ela recebia concentrado de hemácias e plaquetas a cada dois dias”, conta Leonardo.

A certeza da segurança de todo o processo, acalentou o coração dos pais, que viram na doação de sangue a esperança para a filha. “ Doar sangue faz diferença! Não adianta ter acesso aos melhores recursos médicos, se não tivermos o sangue, essencial para vida e sem custo", reforça a mãe.

Leonardo reforça a importância de valorizar cada minuto e lembra que para transformar vidas basta um ato de amor. "Para aqueles que têm receio, basta apenas a informação, para aqueles que são doadores, meu eterno agradecimento, vocês ajudaram a salvar a vida da minha filha e de muitas outras pessoas".

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