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Discutindo a Hemofilia

No dia Mundial da Hemofilia, 17 de abril, Roche e revista Crescer promovem bate-papo entre especialistas, mães e familiares de pessoas que convivem com a hemofilia

A hemofilia é uma condição que dificulta a coagulação do sangue e afeta cerca de 12 mil pessoas no Brasil. Para conscientizar a população sobre as dificuldades que os portadores do distúrbio enfrentam, foi criado o Dia Mundial da Hemofilia, que é lembrado dia 17 de abril. As mobilizações realizadas nesta data buscam desmistificar a patologia e, também, apoiar pesquisas e o desenvolvimento de novas terapias.

Roche e revista Crescer promovem encontro para discutir a hemofilia

A Roche e a revista Crescer realização, no dia 17 de abril, um bate-papo que será transmitido ao vivo pelo Facebook para discutir todos os fatores que os pacientes de hemofilia e familiares precisam estar atentos. O evento será mediado por Daniela Tofóli, diretora de redação da Crescer, e terá participação da Dra. Christiane Maria da Silva Pinto, hematologista pediátrica do Serviço de Hemofilias e Coagulopatias Hereditárias da UNIFESP.

Além disso, também estarão presentes Andréa Sambo, enfermeira da Unidade de Hemofilia Cláudio Luiz Pizzigati Corrêa, do Hemocentro da Unicamp, Mariana Ferrão, apresentadora do programa Bem-Estar da TV Globo e mães de pacientes com hemofilia. A transmissão na página da Roche no Facebook acontecerá na terça-feira, 17 de abril, às 18h. Assista ao vivo clicando aqui.

O que causa a hemofilia?

A hemofilia é caracterizada pela dificuldade de coagulação no sangue, que acontece devido à falta de algumas proteínas no organismo. Estas proteínas têm papel fundamental na coagulação sanguínea. Entre os tipos de hemofilia, destacam-se o tipo A e o B. A hemofilia tipo A é mais comum, corresponde a 80% dos casos, sendo causada pela deficiência no Fator VIII. Já o tipo B acontece devido à deficiência do fato IX.

Esta deficiência faz com que seja muito difícil para que o organismo dos portadores consiga cessar naturalmente o sangramento. Além dos episódios de sangramento visíveis, pessoas com o transtorno podem ter hemorragias intramusculares e intra-articulares. Estas hemorragias causam desgaste de articulações, além de lesões nos tecidos e osso que podem restringir os movimentos.

 

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Referências