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Medicamentos biológicos: uma revolução no tratamento de doenças complexas

Inovadores, os biológicos agem com mais eficiência e segurança

 

Medicamentos utilizados para tratar dor de cabeça, resfriado e febre todo mundo conhece. Eles fazem parte de um grupo chamado de medicamentos sintéticos, que são produzidos por meio de processos químicos e normalmente utilizados no atendimento primário da maior parte dos problemas de saúde do nosso dia-a-dia. Existe ainda uma outra classe de remédios, que passaram a fazer parte do tratamento de algumas doenças complexas nos últimos anos – os chamados biológicos, feitos a partir de “organismos vivos”, como bactérias e células, que atuam especificamente em focos de doenças, sem atingir todo o organismo humano. Estes são mais complexos e demoram anos para serem desenvolvidos, utilizados normalmente em terapias contra vários tipos de câncer, artrite reumatoide, linfoma, entre outros.

 

Embora a maioria das pessoas não se dê conta, alguns biológicos já são bem difundidos entre nós há vários anos. Por exemplo, o uso da insulina humana no controle da diabetes começou em 1982. Antes, os pacientes só tinham à disposição a insulina extraída do pâncreas bovino ou suíno - capaz de causar uma reação não desejada em nosso sistema imunológico.

 

Principais diferenças entre medicamentos sintéticos e biológicos

Medicamentos sintéticos Medicamentos biológicos
Moléculas pequenas (com poucos átomos), simples e estáveis. Moléculas grandes (com milhares de átomos) complexas e instáveis.
É possível fazer cópias idênticas. É impossível fazer cópias idênticas.
Produzidos a partir de reações químicas. Produzidos por biossíntese em células vivas.
Geralmente, são administrados via oral e o paciente pode tomar onde estiver. Geralmente, são administrados por injeção ou infusão em unidades de saúde.

Medicamentos biológicos simples e complexos

 

Medicamentos biológicos simples - são produzidos dentro de uma célula simples, como bactérias ou leveduras. Um exemplo comum deles é a insulina, mas há outras classes terapêuticas que se enquadram nessa categoria, como as eritropoietinas e

hormônios de crescimento, entre outras.

 

Medicamentos biológicos complexos – a classe desta categoria com mais compostos é conhecida como anticorpos monoclonais. Eles são produzidos a partir de síntese biológica feita em células de mamíferos. São utilizados, por exemplo, para o tratamento de câncer, artrite reumatoide e fibrose cística, entre outras doenças.

 

A Roche, por exemplo, desenvolveu o primeiro anticorpo monoclonal aprovado no mundo para o tratamento de câncer: especificamente para o tratamento de linfoma de Hodgkin e leucemia. Pesquisas nessa área a tornaram a maior empresa de biotecnologia e inovação em saúde do mundo, com expertise para desenvolver medicamentos nas áreas de oncologia, hematologia e imunologia, liderando a revolução na medicina que esse tipo de medicamento iniciou.

 

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