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Roche – Nossa Gente - Felipe Ferreira

Conheça Felipe Ferreira

Atual coordenador da área de Importação e Exportação, Felipe começou a carreira na Roche como estagiário

Felipe Ferreira

Tudo começou em fevereiro de 2008, quando Felipe Ferreira se inscreveu no processo seletivo de estágio da Roche, no Rio de Janeiro. Aluno de Relações Internacionais na Universidade Estácio de Sá, Felipe buscava aprender mais sobre a área de importação e exportação.

Ele desejava trabalhar na Roche pelo fato de ser uma grande empresa farmacêutica, além de a vaga ser da área de processo de importação. “A Roche me encantou também pelo fato de ser uma fábrica, eu poderia participar de um processo produtivo. É mais do que um escritório”.

Durante o estágio, sua principal função era auxiliar na importação de materiais, o que, segundo ele, lhe deu muito conhecimento sobre a área. E assim que o estágio terminou, Felipe conseguiu a efetivação como Analista Júnior, na vaga de um profissional que mudou de área. Pouco tempo depois, ele foi promovido para Analista Pleno. “O principal desafio como analista foi trabalhar com exportação, pois parei de ter importação como função principal e assumi uma atividade nova”, conta.

 

Reconhecimento da dedicação leva à experiência internacional

Durante este tempo na Roche, Felipe teve que contatar fornecedores de outros países, como Alemanha e Estados Unidos, e o fazia em inglês. Mas, ao ser efetivado, ele aprendeu espanhol e se destacou na região da América do Sul, o que lhe rendeu algo inesperado e de muito destaque na área: uma oportunidade de trabalho em outro país.

Depois de dois anos como analista, uma vaga abriu na sede da Roche no Uruguai e Felipe foi convidado para participar. “Eles pensaram em mim como um possível candidato, pois eu já atendia à região, mas fiquei surpreso, não estava esperando”, diz.

Ele revela que, inicialmente, passaria seis meses no País ocupando a posição de Agente Intercompany, mas acabou ficando no Uruguai durante um ano. “Estar no Uruguai me deu uma visão macro do trabalho, pois meu papel era intermediar os sites de comunicação com as afiliadas finais, ou seja, tudo que é exportado no Brasil é intermediado pelo escritório do Uruguai junto com a afiliada final”, conta Felipe.

 

Novos conhecimentos para desenvolvimento da carreira

O crescimento na carreira de Felipe não parou por aí. Ao retornar para a sede da Roche no Rio de Janeiro, em 2014, Felipe foi promovido a Analista Sênior e passou a supervisar os estagiários. Isso lhe deu uma nova experiência de trabalho: liderança. Logo depois, ele foi promovido e passou a exercer a função de Replenishment Coordinator da área de Importação e Exportação.

A nova função de Felipe se baseava não somente em fazer as importações e exportações, mas também em realizar o planejamento destas atividades. “Mais uma vez, a Roche me possibilitou aprender uma atividade diferente e passei a ter muita interação com a afiliada e uma maior interface com a área de negócios”, diz Felipe.

 

O papel do líder e a gestão de pessoas

Mas Felipe, que prefere não ter uma rotina, queria crescer ainda mais na empresa. Em 2015, a Roche abriu uma vaga de supervisor de Importação e Exportação, ele se candidatou e foi selecionado. “Trabalhar como líder era algo que eu imaginava que chegaria um dia, pois já havia sido supervisor de estágio e, de certa forma, estava sendo preparado para isso”.

Por isso, em 2016, após nove anos na Roche, Felipe foi mais uma vez promovido e se tornou coordenador de Importação e Exportação, função que exerce até hoje. Ele revela que após acumular muito conhecimento técnico da área, o maior desafio foi a gestão de pessoas. “Por mais que eu estivesse preparado para assumir a área, você nunca está realmente preparado para algo que não tem um manual”.

Para Felipe, identificar os pontos fortes das pessoas e explorá-los, além de saber alocar o funcionário da maneira que ele consiga desenvolver o próprio potencial, são grandes desafios. “Você tem que saber ler a pessoa, as palavras, as atitudes e as ações. É muito importante ter um diálogo”, diz Felipe que, atualmente, está finalizando um MBA em Gestão Empresarial.

 

“A Roche se dedica para o desenvolvimento do colaborador”

Durante todos esses anos na Roche, Felipe aprendeu muito e se qualificou. Ele destaca que é muito grato por trabalhar em uma empresa que muda a vida das pessoas. “A Roche se dedica para ter cada vez mais algo inovador, forte e busca sempre os melhores tratamentos. Ver o processo de pesquisa e aprovação de medicamentos novos que vão ajudar alguém é gratificante”.

Agora, o objetivo de Felipe é conhecer mais outras áreas. Para isso, ele tem trabalhado com setores diferentes e participado de vários projetos. Além disso, ele gostaria de ter uma nova experiência em um escritório da Roche em outro país. “A Roche se dedica para o desenvolvimento do colaborador, foca na inovação e me dá chances de conhecimento e crescimento”, finaliza.

 

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