Publicado em 6 de setembro de 2019

 

Ana foi diagnosticada com o distúrbio do espectro da neuromielite óptica (NMOSD) quatro anos atrás. Com o apoio incondicional de seu marido, ela aprendeu a entender a sua condição e permanecer positiva para o que o futuro reserva.

 

Ela é uma mãe de 44 anos que trabalha na Universidade Carlos III de Madri como professora e pesquisadora em ciência computacional. 

 

Ana | Conselhos de uma mãe trabalhadora

 

“No começo, é como um grande choque, e você tentará negar tudo. Mas, aos poucos, a primeira pessoa que irá entender a sua doença é você mesmo”.

Ana, vivendo com NMOSD

 

Além disso, Ana encontrou informações visitando um grupo de apoio para pacientes com EM em Madri extremamente útil. Com estas informações, Ana foi capaz de ajudar a si própria e sua família a navegar na jornada do NMOSD.A pesquisa constante por respostas de Ana permitiu que ela entendesse melhor seus sintomas e seus impactos. Ao escutar seu corpo, ela adapta sua vida à sua condição.

Mas, acima de tudo, fez com que ela entendesse o que realmente importava para ela…

 

“O que eu realmente quero fazer no futuro é aproveitar cada segundo da minha vida. E se eu puder fazer isso com minha família e amigos tanto quanto possível, é ainda melhor... Meu maior hobby na vida é me encontrar com minha família e amigos para qualquer plano. Isto é perfeito para mim”.

Ana, vivendo com NMOSD