Imunoterapia e cura

Imunoterápicos podem reduzir e estabilizar até mesmo tumores de difícil tratamento

Em anos recentes, os resultados de pesquisas sobre uso da imunoterapia no tratamento do câncer vêm entusiasmando a comunidade médica ao redor do mundo. São resultados promissores, embora um maior número de pesquisas, envolvendo grandes grupos de pacientes, ainda sejam necessárias para que se possa avaliar e desenvolver todo o seu potencial de tratamento e cura (1).

O que os especialistas em câncer comemoram é a capacidade que alguns imunoterápicos já demonstraram de reduzir e estabilizar tumores, até mesmo certos tipos considerados de difícil tratamento, como o de pulmão com metástase (quando o câncer se espalha para outras partes do corpo). Para muitos pacientes, a imunoterapia tem garantido menos efeitos colaterais que a quimioterapia, com um maior controle da doença e mais qualidade de vida. Casos em que não foram identificados sinais da doença após o fim do tratamento também foram relatados. (2).

A imunoterapia é hoje uma área de pesquisa com grande atividade. Nesse momento, muitos cientistas e médicos, em vários países, estudam novas formas de empregá-la para tratar o câncer (3).

 

Referências

(1)  ASCO. Immunotherapy: The 2016 Clinical Cancer Advance of the Year. Disponível em: http://www.cancer.net/blog/2016-02/immunotherapy-2016-clinical-cancer-advance-year

(2)  Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Imunoterapia traz novas perspectivas para o tratamento de tumores considerados incuráveis. Disponível em: http://www.sboc.org.br/imunoterapia-traz-novas-perspectivas-para-o-tratamento-de-tumores-considerados-incuraveis/

American Cancer Society. What’s new in cancer immunotherapy research? Disponível em: http://www.cancer.org/treatment/treatmentsandsideeffects/treatmenttypes/immunotherapy/immunotherapy-whats-new-immuno-res#top