A Roche e o futuro da oncologia

Combinamos nossa capacidade de pesquisa interna e know-how para identificar novos alvos biológicos.

A Roche zela por uma nova perspectiva para o tratamento de doenças como o câncer. Devido a nosso compromisso em P&D grandes avanços ocorreram, mas ainda há muito a ser feito. Estima-se que até 2035 haja um aumento de até 70% de novos casos da doença em todo o mundo.

Acreditamos que cuidados personalizados com a saúde transformam a vida dos pacientes e ajudam a prevenir e diagnosticar doenças de maneira mais assertiva. Por isso, procuramos entender de forma ampla as variações, taxas de crescimentos e as fases de progressão do cancro.

No entanto, sabemos que não existe um denominador comum, atualmente existem mais de duzentos tipos diferentes de câncer e por isso damos a liberdade aos nossos pesquisadores afim de explorar os campos da ciência e a tecnologia. 

A proposta é que além da melhora na qualidade de vida do paciente, haja uma mudança na abordagem dos tratamentos, antes reduzidos a quimioterapia, para cuidados personalizados, como a imunoterapia. Para o chefe de franquia de imunoterapia para câncer, Dan Chen, "O câncer de cada pessoa é diferente". E nessa frente, mostramos que para o futuro acreditamos que seja mais importante o tipo de pessoa diagnosticada com câncer do que o tipo de câncer que a pessoa tem.

Juntas, Roche Farmacêutica e Diagnóstica enfrentam desafios complexos. A Roche Diagnóstica maior provedora de diagnóstico in-vitro do mundo atua em parceria com a Farma em todas as etapas da cadeia de valor. Essa conexão entre os segmentos permite que a organização contribua com seu melhor para benefício de toda a área da saúde.

Imunoterapia

Na década de 1890 em Nova Iorque, o cirurgião William Coley começou a injetar bactérias em pacientes para curá-los. Assim surgiu a primeira evidência de que estimular o sistema imunológico poderia auxiliar na diminuição ou no desaparecimento de tumores.

Em seguida, com a invenção da radioterapia e da quimioterapia, que destroem rapidamente as células  cancerosas, encobriram a abordagem da imunoterapia. Contudo, esses métodos tidos como convencionais hoje, também danificam células saudáveis e provocam efeitos colaterais.

O sistema imunológico reconhece e elimina células mutadas constantemente. Mas essa defesa pode falhar e quando falha, o paciente pode desenvolver a doença. Na imunoterapia, o objetivo é  estimular o  sistema imunológico para que ele desempenhe melhor sua função de defender o organismo.