Agosto Lilás: Como reconhecer a violência contra a mulher e os impactos na saúde
Neste Agosto Lilás, aprenda a reconhecer os sinais da violência contra a mulher, entenda seus impactos na saúde e saiba como buscar ajuda.
A violência contra a mulher nem sempre deixa marcas visíveis. Ela pode estar em uma agressão, uma ameaça, no controle do dinheiro, na humilhação ou no isolamento.
Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Mais do que uma data para lembrar, o Agosto Lilás é um convite para reconhecer diferentes formas de violência, entender seus impactos e conhecer os caminhos de proteção.
A violência contra a mulher é reconhecida pela OMS como um importante problema de saúde pública.
Seus impactos podem atingir a saúde física, mental, sexual e reprodutiva, aumentando o risco de problemas como depressão, ansiedade, lesões e outras consequências de longo prazo.
No Brasil, o estudo da FMUSP com mulheres no climatério encontrou associação entre histórico de violência doméstica e maior frequência de condições como dor pélvica crônica, incontinência urinária e infecções ginecológicas.
Cuidar também é reconhecer aquilo que muitas vezes não aparece.
Neste Agosto Lilás, o convite é para ampliar esta conversa. Afinal, combater a violência contra a mulher também é cuidar da saúde, da autonomia e da vida.
Quer saber mais sobre a violência contra a mulher, seus impactos na saúde e os caminhos para buscar ajuda?
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Referências:
1. BRASIL. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Brasília, DF: Presidência da República, 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm. Acesso em: 11 ago. 2026.
2. BRASIL. Ministério das Mulheres. Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher. Brasília, DF: Ministério das Mulheres, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue180. Acesso em: 11 ago. 2026.
3. BRASIL. Ministério das Mulheres. Canal Ligue 180 registra crescimento de 45% nos atendimentos e 17% nas denúncias de violência em 2025. Brasília, DF, 14 abr. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2026/abril/canal-ligue-180-registra-crescimento-de-27-nas-denuncias-e-10-nos-atendimentos-no-primeiro-trimestre-de-2026. Acesso em: 11 ago. 2026.
4. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil. 5. ed. São Paulo: https://publicacoes.forumseguranca.org.br/items/7c9f57aa-e7d6-4d96-8f11-768fe85a2084. Acesso em: 11 ago. 2026.
5. FUNDAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Estudo da FMUSP aponta impacto da violência doméstica na saúde de mulheres no climatério. São Paulo: https://fm.usp.br/fmusp/noticias/estudo-da-fmusp-aponta-impacto-da-violencia-domestica-na-saude-de-mulheres-no-climaterio. Disponível em: FMUSP. Acesso em: 11 ago. 2026.
6. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Violence against women. Geneva: WHO, 2026. Disponível em: https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/violence-against-women. Acesso em: 11 ago. 2026.
7. AGOSTO LILÁS. Agosto Lilás: tipos de violência, ciclo da violência e rede de apoio. [S. l.], 2026. Disponível em: https://agostolilas.com.br/. Acesso em: 11 ago. 2026.
8. MOVIMENTO MULHER 360. Violência doméstica entra no topo dos riscos à saúde de mulheres adultas. 9 jan. 2026. Disponível em: https://movimentomulher360.com.br/noticias/violencia-domestica-entra-no-topo-dos-riscos-a-saude-de-mulheres-adultas. Acesso em: 11 ago. 2026.
M-BR-00026169 - Agosto/2026
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